sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Apego

"Queria te beijar inteirinha agora (frio pra ficar debaixo das cobertas...espero que a gte pegue um desses qdo eu estiver por aih. Soh por um dia =)"


Hummm...


aí eu ficava molhada de escorrer... me penetrava devagarinho... dava aquela paradinha... te sentia muuuuito grande... batia no meu fundo... dedos entrelaçados... gemidos... ofegantes... mais... gozamos juntinhos

descansamos nossos corpos entrelaçados e taquicárdicos sob as cobertas...

falamos.. falamos.. de tudo que existe e que não existe, e ainda o que existe nos sonhos do passado e do futuro (pq o presente serve para viver!)

cafuné.. colo... acaricio teu corpo... tocamos nossa pele e trocamos tooodo o sentimento que chega a amedrontar...

o toque muda de tom

eu fico molhada de escorrer
nos excitamos e espantamos o medo...

rodamos juntos na engrenagem.. aqui,  ali,  em outro sistema,  em outra esfera,  que já nem mais interessa...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Viciados



Sempre te espero. Até o instante mais negro da madrugada. Abre a porta da sala com aroma lascivo, cheio de vício, em franca abstinência. Aquela doçura se rendeu ao tesão. Selvagens, deixando de lado os bons modos, prende-me com suas garras, esfrega seu pau em mim e morde meu pescoço.

Sou sua presa.

Levanta minha saia, aperta e abre minhas coxas para me encaixar em vc.
Prensa teu sexo no meu, e não contenho os gemidos sussurrados no seu ouvido.
Tento, com doçura e saudades, roubar teu beijo... tiro sua camisa... e acaricio seu peito com meus lábios.

Só faz aumentar sua fome!

Levanta minha blusa e apalpa meus seios, empinando os mamilos... Neles sinto o calor úmido da sua boca, enquanto brinca com a língua naquela rigidez macia, que me faz arrepiar e escorrer pelas pernas...

Direciona-me ao sofá e me vira de 4.
Arranca minha calcinha e me penetra, de uma vez, fundo e forte.

Ahhhh

Com movimentos cada vez mais vigorosos, estouro de prazer...

Não se contenta. Não pára.

Quero mais.

Vc sai, para me torturar.

Alcanço as bolinhas chinesas que trapacearam o meu vício por vc por tanto tempo... Elas já sabem o caminho. Sugo a primeira... a segunda... fiozinho pendurado... puxo... sugo e não as deixo sair.

Muito molhada, espalho todo meu mel nos arredores...

Devagarinho, vc desliza...
Sugo as bolinhas
Desliza...
Aperta meus seios, belisca os mamilos

Quero mais

Sempre mais

... mais

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Na natureza selvagem



Muda a respiração, e já sei que está nas cenas finais de um sonho mto bom!
Levanto sua camiseta devagarzinho para te manter nessa zona de penumbra, e meus lábios tocam de levinho cada centímetro quadrado do seu peito nu.

Um gemido te estica para a vigília e espreguiça para acordar o corpo que ainda reluta...

Abaixo seu pijama e te vejo desperto!

Enluvo-te com a boca úmida e quente, que o faz crescer ainda mais. Prossigo com a língua na cabecinha, e os lábios escorregam pelo corpo até a base, puxo para a pontinha, e deslizo para baixo de novo... Acaricia meus cabelos e já sei que está comigo.

Procuro então seu beijo, repleto de ternura e desejo. Esfrego-me em vc, encharcada, e prendo teu corpo com as pernas. Crava suas mãos nas minhas coxas, e me enfia em vc... Sinto-o divulsionando cada vagi-nanômetro, assim como cada fissura do meu escudo de boa moça educada. A cada estocada, penetra mais e só faz aumentar o tesão. Te sinto fundo, bem fundo, quero forte, dilacera meu corpo e rasga toda máscara moral que foi construida por tantas gerações.

Vc enfim me tem selvagem, naturalmente selvagem. Nua, cristalina, frágil. Não sei como entrou, muito menos como permiti. Talvez pq tenha percebido tua fragilidade.

Quebraremos em pedacinhos... Fato!

Existe fato mais óbvio do que a morte? E por isso deixamos de gostar da vida?