domingo, 13 de fevereiro de 2011
Na natureza selvagem
Muda a respiração, e já sei que está nas cenas finais de um sonho mto bom!
Levanto sua camiseta devagarzinho para te manter nessa zona de penumbra, e meus lábios tocam de levinho cada centímetro quadrado do seu peito nu.
Um gemido te estica para a vigília e espreguiça para acordar o corpo que ainda reluta...
Abaixo seu pijama e te vejo desperto!
Enluvo-te com a boca úmida e quente, que o faz crescer ainda mais. Prossigo com a língua na cabecinha, e os lábios escorregam pelo corpo até a base, puxo para a pontinha, e deslizo para baixo de novo... Acaricia meus cabelos e já sei que está comigo.
Procuro então seu beijo, repleto de ternura e desejo. Esfrego-me em vc, encharcada, e prendo teu corpo com as pernas. Crava suas mãos nas minhas coxas, e me enfia em vc... Sinto-o divulsionando cada vagi-nanômetro, assim como cada fissura do meu escudo de boa moça educada. A cada estocada, penetra mais e só faz aumentar o tesão. Te sinto fundo, bem fundo, quero forte, dilacera meu corpo e rasga toda máscara moral que foi construida por tantas gerações.
Vc enfim me tem selvagem, naturalmente selvagem. Nua, cristalina, frágil. Não sei como entrou, muito menos como permiti. Talvez pq tenha percebido tua fragilidade.
Quebraremos em pedacinhos... Fato!
Existe fato mais óbvio do que a morte? E por isso deixamos de gostar da vida?