Roupa branca, vamos tomar um passe!
Aquela entrada é sempre A melhor. Um portal dimensional
Atemporal, uma tequila
Agora, AtóPIcA!
Cadê que fico em paz para descarregar a urucubaca? Um cara que se queixa...
queixa...
queixa...
da ex-namorada. Faço cara de paisagem, meu olhar cavalga nos Tons com seus dons geniais, o corpo baila em sintonia...
Fui!
queixa...
queixa...
da ex-namorada. Faço cara de paisagem, meu olhar cavalga nos Tons com seus dons geniais, o corpo baila em sintonia...
Fui!
Vc, encostado na parede. Encosto na sua pseudo-muralha advinda pelo "acordo de cavalheiros"
Que muralha? Pseudo, oras.
Daí nossos olhares já se enlaçaram e já sabia o que viria. Joga-me na parede, uma doçura e firmeza de quem sabe o que quer. Na cabana invisível do tesão, suas mãos me apertam com força, e adentram a cada vão dos tecidos.
Os mamilos, eriçados, acompanham a cadência da melodia e o arrepio desce úmido...
Ué, onde estamos? Que apeeeertooooo! Eis que o som nos transportou sim.
Livro-te dos tecidos e te encontro, quente.
D e r r e t e n d o . . .
Abocanho-te, e deslizo teu
pau na minha boca beeeem fundo, sentindo todo o sabor do teu tesão. Preenche-me até a garganta.
Escorregadios, sento-me em
vc enquanto desliza e divulsiona o aconchego úmido do meu prazer
... inteiro
... até
o fim.
Deslizando por meus pontos
de A a Z, o desejo galopa para além do alfabeto, uma explosão de todos os sons,
todos os tons, gemidos, sussurros, aquilo que estava contido depois da semana
punk.
Descarregada, um beijo de
cumplicidade destrava as portas do carro
Caminhamos, com a prova da
heterotopia colada nos tecidos, na certeza de bons ventos da semana que chega…